Cisco além das redes, nos jogos olímpicos, transformações na cidade

A tecnologia impulsionado transformações sociais no Rio de Janeiro

 

Realizar uma olimpíada é um esforço de dimensões épicas. Sem querer fazer trocadilho, é uma maratona, ou melhor, uma sucessão de maratonas. Só para dar uma ideia, vejam alguns números do formidável evento. Serão vendidos perto de 9 milhões de ingressos. Demandará 36 bilhões de reais em investimentos. O Rio receberá mais de 10.900 atletas que se distribuirão em 38 instalações de competição vindos de 205 países. Também participarão 70.000 voluntários e mais de 25 mil profissionais credenciados. Devemos lembrar que são 2 eventos em um. Serão disputados na olimpíada 42 campeonatos e em seguida mais 23 nos jogos paralímpicos.

   

 


A infraestrutura para uso pela organização

Pela primeira vez na história da realização dos jogos as competições serão realizadas em 4 regiões diferentes. São 2 parques olímpicos (Barra da Tijuca e Deodoro), mais o estádio João Avelange (Engenhão), que será o estádio olímpico (competições de atletismo) e o famoso Maracanã, palco da abertura e encerramento dos jogos. Portanto são desafios em múltiplas frentes! Para organizar, implementar e gerenciar isso tudo foram criados 588 subprojetos de tecnologia para suprir as necessidades da olimpíada!! Incrível!!

Estive a convite da CISCO conhecendo (ao menos uma parte) da infraestrutura e recursos de comunicação que estão sendo preparados para os jogos. Tentem por um minuto imaginar a imensa necessidade de comunicação, que deve ser nada menos que perfeita, por trás de tudo isso. A Cisco está envolvida nos recursos para uso da própria organização. Isso consiste de todo o fluxo de resultados em tempo real, áudio, imagens, segurança e tantas outras necessidades. 

Citar muitos números pode ser por vezes enfadonho, mas não tem outra forma de eu mostrar minha admiração. Serão mais de 5000 horas de transmissão ao vivo de competições que contará com 4.8 bilhões de espectadores.  Para suportar isso tudo a CISCO está instalando mais de 100.000 portas de rede (LAN), quase 8.000 access points WiFi (em Londres foram 1000), 150 dispositivos de segurança (Firwall, IPS, etc.) e cerca de 550 servidores corporativos. Relembrando que estes números dizem respeito APENAS àquilo que será usado pela organização (não inclui demanda direta de espectadores)!!!!

Tudo fica ainda mais grandioso quando se sabe que toda a infraestrutura é totalmente nova. Nada do que foi usado na Olimpíada de Londres será aproveitado. Aliás, a previsão é que os números observados em Londres sejam incrivelmente superados, tanto da organização como do uso mundial destes recursos. Citando mais alguns números:

 

  • 20.000 telefones fixos usados pela organização

  • 50 toneladas de equipamentos

  • 54 milhões de mensagens

  • Em Londres houve 1.3 bilhões de conexões móveis e são esperadas 3.2 bilhões no Rio

  • Em Londres havia 1.4 bilhões de usuários conectados em redes sociais enquanto no Rio são esperados 2.3 bilhões.

  • Na época da Olimpíada de Londres havia 90 milhões de usuários de Whataspp enquanto se prevê que serão 1 bilhão em meados de 2016.

  • Em 2010 havia 1 bilhão de smartphones em uso no mundo enquanto que em 2016 serão mais de 2.5 bilhões

 

Para conciliar este mundo muito mais conectado, organizar e gerenciar toda a necessidade de TI foram criados 588 subprojetos de tecnologia para suprir as necessidades da olimpíada!! Incrível!! A CISCO junto com alguns outros parceiros e fornecedores estão juntos nessa empreitada, coordenada por área competente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).


O outro lado da Olimpíada – o legado

Fala-se muito do legado dos jogos olímpicos. Em vários planos. Muitas obras de mobilidade urbana, revitalização da área portuária, praças esportivas, etc., mas da mesma forma, a tecnologia também deixa seu legado. Cisco declarou que não teria apoiado os jogos se fosse apenas um evento esportivo. É mais do que isso. Muitas parcerias foram costuradas em nome dos interesses da cidade com vários fornecedores e a Cisco está presente em alguma iniciativas muito importantes e interessantes.

Inovação Social - Naves do Conhecimento 

 


É uma iniciativa do governo do Rio que teve sua concepção em 2010 e começou a virar realidade em 2012. Trata-se algo que transcende a inclusão digital, pois em um local especialmente projetado, existem várias formas de interação com a tecnologia proporcionando experiência, aprendizado e acesso à informação.  Estes locais foram escolhidos na cidade propositalmente onde o índice de desenvolvimento humano (IDH) fossem os mais baixos, visando trazer melhoras sensíveis para as respetivas comunidades.   

 
figura 02 – Nave do Conhecimento em Triagem, Rio de Janeiro
 

A Cisco tem uma participação importante neste projeto em dois aspectos. Começa pelo fornecimento da infraestrutura de rede. Mas também em cada uma das naves existe uma unidade da Cisco Network Academy, um programa mundial da empresa, que teve bastante impulso no Brasil. É um centro de treinamento especializado em tecnologia de rede que forma profissionais com esta expertise. Aprendem e experimentam seus conhecimentos nestes locais. Uma vez formados têm condições de se lançarem ao mercado, serem selecionados e contratados. Assim os jovens destas comunidades têm uma oportunidade completamente nova, uma porta aberta para se desenvolverem como pessoas, profissionais e conquistar crescimento social, por meio da empregabilidade e geração de renda na área de tecnologia. Esta parceria contribui com a geração de um legado social concreto e duradouro para a cidade do Rio de Janeiro após os Jogos.
   

 


figura 03 – entrega do certificado CNNA na CNA em Triagem
   

Visitei um destes locais, na periferia do Rio, um bairro chamado Triagem. Aliás, há algum tempo chegou ali o metrô, transporte de qualidade, que facilita a vida destes futuros profissionais. Fiquei sobremaneira impressionado com o que vi, seja pelas possibilidades de desenvolvimento e aprendizado, como pelas expressões dos meninos e meninas que ali se encontravam, completamente envolvidos com as experiências, vivências e oportunidade de interação e conquista de conhecimento. 
    

 


figura 04 – uma das salas da Nave do Conhecimento em Triagem
    

 


figura 05 – meninos e meninas concentrados em atividade
  

Hoje são 9 Naves implantadas ou em implantação entre 18 planejadas. A prefeitura e a Cisco enxergam como será daqui a 5 anos... Uma grande semente foi deixada para melhoria da cidade por meio das “comunidades inteligentes”, que será lembrada como herança da “cidade olímpica”. O sonho do governo é pode chegar no médio ou longo prazo a 50 Naves!
  

 


figura 06 – experimentação com a “Nuvem do Conhecimento”
  

 

“Queremos compartilhar nosso conhecimento e capacidades em tecnologia, ajudando na construção de uma sociedade mais conectada e inclusiva, onde todos possam ter acesso ao conhecimento. Nosso objetivo é aproveitar nossa participação como apoiador dos Jogos Rio 2016 para ir além e também contribuir com a transformação que a cidade e as pessoas vivem atualmente, oferecendo um novo olhar sobre as oportunidades de acesso ao conhecimento e de crescimento profissional”, afirma Rodrigo Uchoa, diretor de Novos Negócios e Coordenador do Projeto Rio 2016 na Cisco.

 

Na ocasião de minha visita a Cisco inaugurou mais uma sala avançada de capacitação e treinamento, com avançados recursos de tele presença, aliás algo que comentarei com mais detalhes a seguir.

    

 


figura 07 – inauguração de nova sala com a presença do presidente da Cisco
  

 


figura 08 – a nova tecnologia do Cisco Network Academy já em operação


Apoio Time Brasil

Já faz algum tempo que a equipe olímpica brasileira, comandada pelo COB vem se utilizando de recursos tecnológicos para melhorar sua comunicação, assimilação de informações, análises e planejamento. A Cisco já fornecia a ferramenta Webex para viabilizar conferências remotas e reuniões, que foi usada nos Jogos Pan-americanos em Toronto (2015). Uma central de controle na sede de COB, no Rio, ficou conectada 24 horas com a Vila Olímpica Pan-americana e cinco outras sedes.

Agora, em outubro de 2015 o COB lança Núcleo de Integração Olímpica em parceria com a Cisco, utilizando tecnologia inovadora de colaboração. Apresentado por seu presidente, Carlos Arthur Nuzman. Nuzman, que esteve na vanguarda desde o final dos anos 70, quando revolucionou o voleibol no Brasil. Na época já usava um imenso aparelho de vídeo cassete para registar, analisar e estudar jogos do Brasil e dos adversários.
   

 


figura 09 – Núcleo de Integração Olímpica do Time Brasil
  

A solução recém lançada conta com centros de treinamento, salas e localidades equipadas com sistema sofisticado que proporciona uma experiência imersiva e muito interativa. Eu já conhecia a solução, pois regularmente a Cisco faz em sua sede de São Paulo apresentações reunindo vários locais e mesmo países diferentes. A impressão que se tem é que estamos todos do “outro lado da mesa”.  O apoio da Cisco ao COB inclui o fornecimento de estações de vídeo colaboração, câmeras de vídeo monitoramento de alta definição e licenças de software de conferência, além da substituição da plataforma de telefonia da entidade. Além disso, a partir de agora, todos os funcionários do COB podem contar com telefones capazes de fazer vídeo chamadas.
  

 


figura 10 – O ex atleta olímpico Marcos Vinícius (vôlei) mostrando a solução
  

“A tecnologia Cisco desempenhará um papel fundamental para a gestão do COB e contribuirá com o esporte brasileiro. O apoio da Cisco está alinhado ao objetivo do COB de posicionar o Brasil entre as 10 maiores potências olímpicas do mundo”, afirma Rodrigo Dienstmann, presidente da Cisco.

O sistema usado no Núcleo de Integração Olímpica COB é o Cisco TelePresence IX5000 series é uma estação de colaboração imersiva de última geração, primeira deste modelo a ser instalada no Brasil. A IX5000 possui três telas LCD de 70 polegadas, câmeras 4K de ultra definição e áudio com qualidade de cinema. Além disso, não exige modificações na sala e requer metade do tempo de instalação e metade do consumo de energia e da largura de banda, reduzindo o TCO e agilizando a implantação.
    

Além da sala de colaboração imersiva, o projeto inclui 54 estações de vídeo colaboração dos modelos MX800, MX200 e DX80, 30 câmeras HD de vídeo monitoramento, 200 videofones, 25 switches de rede e cinco servidores e licenças Webex e Jabber. Esses últimos permitem reuniões online, compartilhamento de arquivos e chats, a partir de dispositivos móveis conectados à internet.

O uso da tecnologia permite ao COB reduzir custos de viagem e, com esta economia, incrementar os investimentos diretos na preparação dos atletas. Além da otimização do tempo de gestores, atletas e equipes técnicas, outros benefícios incluem a realização de treinamentos e palestras à distância e maior agilidade e qualidade na interação com médicos, fisioterapeutas e até mesmo intérpretes – já que muitas confederações possuem estrangeiros nas suas comissões técnicas. 

O COB conta também com banco de dados com 76 anos de resultados para fundamentar análises. É muito importante poder realizar reuniões após os jogos ou competições entre os profissionais responsáveis. Dessa forma podem avaliar o desempenho dos brasileiros, dos adversários, pontos fortes, fracos, evolução, assuntos da fisiologia esportiva como tipo uso das fibras musculares (cada atleta tem suas características. Assim programarão melhorias nos treinamentos, ajudando a evitar lesões, visando melhores resultados.

Por meio dessa interação entre 29 federações olímpicas e atletas, intensifica-se o uso de técnicos e outros sofisticados métodos de análise como simulação Monte Carlo (técnica matemática que possibilita levar em conta o risco em análises quantitativas e tomadas de decisão ) para estimar o desempenho dos diferentes países e atletas (incluindo os brasileiros), ciência do esporte, análise bioquímica, nutricional, preparação mental (psicologia e coaching) e análise de movimentos (cinemática). 
  

 


figura 11 – interação real entre COB e centro de treinamento
  

Tudo isso visando uma grande qualidade na preparação dos atletas, pois a intenção é conquistar entre 27 a 30 medalhas em 2016. Mais que dobrando o resultado da última olimpíada! Ambicioso?? Talvez, mas o esforço de preparação e apoio tecnológico tem sido muito bem utilizado. Por fim quero dar meu depoimento sobre o que observei nestas pessoas. É realmente notória a animação, empolgação e paixão nas pessoas envolvidas. Isso com certeza é um componente intangível e que não pode ser adquirido em lugar algum, que somado ao apoio de tantas partes e recursos poderá tornar o Brasil um país de esporte, não apenas olímpico, mas que tenha arraigada nas pessoas esta dedicação e objetivo olímpico no longo prazo.

Inovação Urbana – Porto Maravilha

Mais umas das ações conjuntas da Cisco com a cidade do Rio de Janeiro está relacionado com a melhoria do espaço urbano, mais diretamente ao projeto de renovação da região portuária do Rio, projeto denominado de Porto Maravilha. Mas essa renovação não consiste apenas na demolição do antigo elevado e recuperação estética da região, é bem mais que isso. A propósito os espaços gerados pelo novo modelo urbano estão sendo reutilizados muito rapidamente e isso é mais um motivo para que ideias criativas auxiliem o melhor aproveitamento destes recursos.
    

 


figura 12 – visão da região portuária já em avançado estado de renovação urbana  
 

Foi criado o “Desafio Cisco de Inovação Urbana Porto Maravilha” que visa estimular a criação de soluções focadas na inovação urbana e que busquem melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e visitantes do Rio de Janeiro, assim como otimizar a gestão urbana e implementar novos serviços inteligentes na região. Foram 104 ideias submetidas e as cinco vencedoras serão implementadas no Porto Maravilha antes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Também passarão por um programa profissional de aceleração de cinco meses que incluirá o apoio e a mentoria de diversos parceiros da Cisco como Universidade Estácio, Sebrae Rio de Janeiro, Liga Ventures e a aceleradora Plug And Play, do Vale do Silício. Neste período será realizado um diagnóstico do modelo de negócio e da proposta de valor, com o apoio de especialistas em marketing, desenvolvimento de produto e formação de equipe. As startups também contarão com a assessoria técnica do Centro de Inovação sobre a plataforma IoE que a Cisco está implementando no Porto Maravilha, como parte de seu legado para a cidade do Rio de Janeiro.

“O objetivo do Desafio foi incentivar o ecossistema de inovação e o desenvolvimento de aplicações de software digital em cima da plataforma tecnológica de Internet de Todas as Coisas que a Cisco está implementando no Porto Maravilha. Os finalistas do Desafio Cisco mostraram propostas que procuram formas diferentes, criativas e inovadoras de resolver problemas do cotidiano de cidades grandes, como a mobilidade, a gestão de serviços públicos, a melhoria dos transportes públicos e das telecomunicações”, afirma Nina Lualdi, Diretora Sênior de Inovação para América Latina da Cisco. 

Os projetos vencedores estão brevemente descritos abaixo:

Audio Alerta: solução de segurança de áreas internas e externas, capaz de monitorar, por meio de sistemas de vídeo vigilância, o ambiente e identificar sons incomuns, inclusive em locais com muito ruído. Gera alertas antes que o sinistros e atividades suspeitas ocorram, podendo acionar as autoridades competentes. Otimiza o investimento já feito por governos locais e estaduais  em vídeo-monitoramento.

Livrit:  é uma plataforma de mapeamento colaborativo com foco em pessoas com deficiência física, que vai além de encontrar as melhores rotas acessíveis, pois também informa se o estabelecimento de destino é acessível ou não, usando gamificação para classificá-los.
 

Nearbee: é uma plataforma de interação geosocial, que permite que pessoas próximas, mesmo que não se conheçam, possam se ajudar e interagir, estimulando a retomada de uma vida em comunidade mais saudável e participativa. E em situações emergenciais, o Nearbee conecta autoridades às pessoas próximas e parentes da vítima, para a melhor tomada de decisão para o socorro.
 

Net Sensors: é um sistema integrado de retenção e gestão de resíduos sólidos em bueiros, que permite o monitoramento com sensores e gerenciamento dos pontos de drenagem pluvial espalhados pelas cidades. O objetivo é evitar alagamentos relacionados com a perda de efetividade dos sistemas de drenagem pluvial por falhas de manutenção e limpeza.  

ViiBus: consiste em ponto de ônibus inteligente para auxiliar pessoas com deficiência visual na utilização dos sistemas de transportes urbanos. O projeto é a integração de uma solução de hardware utilizando eletrônica embarcada para comunicação entre deficientes visuais, ponto inteligente e ônibus, e uma solução cloud para gerenciamento dos dados de uso.  

São aplicações em áreas bastante diversas, mas que realmente fazem o uso da tecnologia de forma a trazer benefícios para a cidade. Achei muito importante esta iniciativa e espero que se repita mais vees. Mais detalhes sobre os projetos, seus autores e informações adicionais podem ser obtidos no endereçohttp://www.desafiocisco.com.br .

Conclusão

É fato que a tecnologia pela tecnologia não tem grande significado. Apenas quando aquilo se traduz em benefício efetivo, e neste caso em ganho que transcende o aspecto técnico, que o real valor da iniciativa pode ser percebido. A Cisco tem sido apoiadora dos jogos olímpicos há algum tempo (e vários países). Claro que ela tem o interesse de levar sua marca, seu nome para todo o mundo. Ações como as Naves do Conhecimento (em parceria com a cidade do Rio), do aprimoramento sensível dos recursos de apoio do Time Brasil e também dos estímulos às inovações no Porto Maravilha, vejo como essenciais para a construção do real bem que a tecnologia pode trazer.

Cada um desses projetos deve seguir evoluindo por si mesmo. A Cisco, junto com a cidade do Rio de Janeiro, plantaram sementes que já estão germinando. Cabe agora manter vivos estes projetos e colher cada vez mais benefícios, com cada um deles já andando por suas próprias pernas pelos anos que virão. A tecnologia tem SIM o poder de transformação. Em vários níveis, econômico e social. Que a Cisco siga com estas iniciativas no Brasil, no mundo, bem como outras empresas de quilate equivalente, também sigam estes passos transformadores.
  

 

 

figura 13 – vivemos em um mudo 100% conectado (com e sem fio)

 

fonte: http://itforum365.com.br/blogs/post/113699/cisco-alem-das-redes-nos-jogos-olimpicos-transformacoes-na-cidade

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