Smartphones: 10 dicas para aumentar a segurança do seu aparelho

Saiba mais sobre modalidades de ataque e soluções inovadoras no mercado, como a biometria.

Segundo uma pesquisa da McAfee, cerca de dois terços dos smartphones e tablets pelo mundo contam com algum tipo de segurança instalada. Para o vice-presidente de gerenciamento de produtos ao consumidor da McAfee, Alan Lefort, as senhas são muito suscetíveis a um “elo fraco”. Ele explica que, como usuários costumam trabalhar com os mesmos logins e combinações em diferentes serviços, uma quebra de segurança em um site mais desprotegido pode colocar tudo a perder. Em vista da demanda crescente por segurança móvel, a empresa tem planos de destinar centenas de engenheiros para pensar soluções mais seguras nessa área, além de direcionar seu foco em biometria.

O primeiro resultado já apareceu em um software de Nuvem, que usa reconhecimento facial e de voz para desbloquear os arquivos. Esse mercado promete ainda aprimoramento desses sistemas e até recursos baseados em localização – senhas desativadas em casa e ativas apenas quando se está na rua, por exemplo.

A capacidade de auto instalar aplicativos é o que preocupa os pesquisadores de segurança. Se o malware é capaz de baixar a execução de código, ele pode ignorar até mesmo as melhores medidas de segurança no mundo. Este tipo de ataque, se não for tratado, pode se tornar comum e perigoso.

Os hackers têm utilizado um método para roubar informações detendo um dispositivo até que um resgate seja pago. Estes tipos de ameaças devem se tornar mais comuns. Para o CEO da Apple, Tim Cook, a orientação é que as empresas façam um trabalho mais efetivo para educar seus usuários sobre a segurança.

A seguir, confira dicas para se proteger melhor:

 

1- A boa e velha senha

Embora esse tipo de bloqueio seja a forma mais básica de segurança contra acesso não autorizado, ela acaba sendo muito eficiente. Alguns aplicativos oferecem inclusive a possibilidade de adicionar senhas para proteger o acesso ao software. De qualquer forma, o acesso à tela inicial do aparelho também deve ser dificultado com a barreira da senha para proteger aplicativos com informações e conteúdos privados, como e-mails, fotos, arquivos e outros materiais pessoais.

Para o vice-presidente de gerenciamento de produtos ao consumidor da McAfee, Alan Lefort, as senhas são muito suscetíveis a um “elo fraco”. Ele explica que, como usuários costumam trabalhar com os mesmos logins e combinações em diferentes serviços, uma quebra de segurança em um site mais desprotegido pode colocar tudo a perder.

Em vista da demanda crescente por segurança móvel, a empresa tem planos de destinar centenas de engenheiros para pensar em soluções mais seguras nessa área, além de direcionar seu foco em biometria.

O primeiro resultado já apareceu em um software de Nuvem, que usa reconhecimento facial e de voz para desbloquear os arquivos. Esse mercado promete um aprimoramento desses sistemas e até recursos baseados em localização – senhas desativadas em casa e ativas apenas quando se está na rua, por exemplo.

 

2- Proteja suas contas

Tanto a Apple ID, como a Google Accont controlam o acesso a todos os serviços oferecidos. Para evitar o acesso indevido à contas do iCloud ou do Google e danos as informações contidas lá, o ideal é ativar a autenticação em duas etapas nas duas contas.

 

3- Cuidado com jailbreak ou root

O jailbreak funciona para adicionar recursos extras a um dispositivo por meio da instalação de softwares não autorizados ou pela habilitação de funcionalidades bloqueadas. No caso do iOS, o jailbreak permite que usuários de iPhones, iPads e iPods Touch tenham mais liberdade para utilizar seus aparelhos a sua maneira, sem limitações por parte da fabricante. Porém, seu aparelho fica muito mais suscetível a ataques quando possui esse tipo de recurso. Portanto, para minimizar riscos é mais seguro não usar esse formato.

O método desenvolvido por hackers tem sido relacionado aos dispositivos da Apple e ao seu sistema operacional móvel, o iOS, devido à grande popularidade que o processo ganhou entre esses usuários. É possível realizar o jailbreak para "desbloquear" outros aparelhos, como  Playstation 4, da Sony, ou o Xbox One, da Microsoft, por exemplo.

Em 2007, quando o primeiro jailbreak para iPhone foi lançado, o objetivo era bem simples: permitir o uso de qualquer arquivo de áudio como toque do telefone – e não apenas os originais do aparelho. Novos jailbreaks foram lançados, com novos recursos, como a possibilidade de usar o aparelho em operadoras de qualquer país.

Se o dispositivo for jailbreak, o malware age utilizando aplicativos do telefone para transmitir informações bancárias, mensagens pessoais e senhas para um servidor remoto.

Se o dispositivo não é jailbreak, caso com a maioria, o malware atribui-se a certificados que permitem instalar um software especial para a infecção. Neste caso, o malware instala um aplicativo infectado posando como um leitor de quadrinhos. Uma vez que a vítima abre o app infectado, pede-se permissão para ser executado. Se o usuário diz "sim", é possível instalar aplicativos infectados adicionais para espionar a vítima.

Outra dica é resistir à tentação de instalar aplicativos para personalizar as configurações do aparelho. Você pode estar instalando apps que contêm softwares mal intecionados.

 

4- De olho nos aplicativos

A Google removeu mais de 50 mil aplicativos suspeitos de serem softwares maliciosos. Então se você é usuário de Android, fique de olho nos apps que instala no seu aparelho. Por outro lado, a Apple verifica todos os aplicativos comercializados e veta qualquer indício de código malicioso, o que contribui para minimizar casos mais graves, porém não zera o risco. Por isso, uma parte da responsabilidade fica a cargo do usuário. Antes de baixar qualquer app e instalá-lo, observe as recomendações e procure saber informações sobre ele com outros usuários e na Internet.

Outro passo simples é evitar a lojas de aplicativos de terceiros. As lojas oficiais app limitam sua exposição a programas perigosos. Se optar por recorrer a terceiros, não se esqueça de pesquisar o aplicativo e o desenvolvedor antes de baixar.

 

5- Utilize aplicativos oficiais

Todos os grandes bancos brasileiros possuem um aplicativo oficial para iOS e Android e todos eles possuem uma camada extra de segurança para evitar falhas que exponham dados de seus clientes.

Então, para transações financeiras, é mais seguro utilizar um aplicativo oficial com todas as medidas de segurança para proteger seus dados e informações. Evite exposição utilizando o navegador do seu telefone.

 

6- Controle de acesso

Você já deve ter visto a mensagem “Tal aplicativo deseja acessar algum dado no seu iPhone. Antes de simplesmente clicar em “OK”, certifique-se de que aquele aplicativo pode acessar aquela informação. Na dúvida, é melhor optar por “não permitir”.  

 

7- Backup de dados

O hábito de fazer backup não é muito comum entre os brasileiros, embora seja fundamental para garantir a segurança dos dados em caso de dano ou perda do aparelho. No iPhone, é possível fazer a cópia de segurança dos arquivos localmente utilizando o iTunes ou na Nuvem utilizando o iCloud ou mesmo ambos para garantir. O Android dispõe de uma ferramenta embutida que faz o backup das informações mais importantes do usuário. Para manter todas as informações e arquivos em segurança, o usuário terá de procurar um serviço terceirizado para atendê-lo.

 

8- Bloqueio em caso de roubo

Se seu aparelho for roubado, entre em contato com a operadora para bloqueá-lo. Para fazer o bloqueio é preciso ter o IMEI do aparelho. Uma base de dados com informações de aparelhos roubados é compartilhada por todas as operadoras, a fim de impedir o uso de pessoas não autorizadas. Quando um IMEI é bloqueado, as funções que dependem da operadora como, ligações e conexão com a Internet ficam indisponíveis.

IMEI quer dizer International Mobile Equipment Identity (Identificação Internacional de Equipamento Móvel) e permite que cada celular tenha um número único, como se fosse um chassi de carro ou um código de série.  O IMEI pode ser encontrado na caixa do aparelho, no espaço destinado à bateria ou digitando *#06# no celular.

 

9- Sistema operacional atualizado

Não custa reforçar que é importante manter sempre atualizado, com a versão mais recente, o sistema operacional instalado no smartphone. As atualizações costumam conter revisões que contribuem com a segurança do aparelho. Você pode adiar até ter certeza de que não irá afetar seus principais aplicativos, mas não deixe de instalar uma atualização do seu sistema operacional.

 

10- Wireless e Bluetooth

As conexões sem fio da maioria dos locais públicos não costumam oferecer segurança. Então, quando estiver em local público, desative a sua conexão sem fio e o Bluetooth e prefira a conexão 3G ou 4G. A medida é preventiva para evitar ataques de hackers que podem invadir a rede.

As invasões via Bluetooth são mais incomuns, mas os casos têm aumentado. Esse tipo de ocorrência se deve principalmente pela conexão dos aparelhos a dispositivos vestíveis, como os relógios inteligentes. O roubo de dados pode ser feito no tráfego entre o dispositivo e seu telefone.

 

 

 

Fontes:

http://blogs.mcafee.com/consumer/rise-of-mobile-malware

http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/2014/04/solucoes-de-seguranca-para-smartphones-ganham-popularidade-no-brasil-e-no-mundo-diz-pesquisa.shtml

http://canaltech.com.br/dica/seguranca/Confira-10-dicas-para-manter-o-seu-smartphone-seguro-e-longe-de-problemas/

http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2014/04/o-que-e-jailbreak.html

Tópicos: Mobilidade, BYOD

 

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