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Segurança - 19/05/2011

Aumento de ameaças virtuais nas empresas

Estudo aponta que violação de dados nas empresas pode obrigá-las a sair do mercado

Relatório divulgado pela McAfee, Inc. (NYSE:MFE) revela que organizações de médio porte registraram um aumento nos ataques às redes e aos sistemas. O estudo mundial, incluindo o Brasil, intitulado o Paradoxo da Segurança, aponta que mais da metade das empresas entrevistadas em todo o mundo tiveram mais incidentes de segurança no ano passado, 40% sofreram violações de dados e 75% acreditam que uma violação grave de dados poderia excluí-las do mercado.

Em seu terceiro ano, o relatório Paradoxo da Segurança quantifica o custo da segurança proativa em relação à segurança reativa, avalia as atitudes das médias empresas em relação à segurança e as compara com as realidades de segurança. A divulgação da terceira edição do estudo ocorreu durante a conferência anual sobre Segurança da Informação – FOCUS 2010 –, promovida pela McAfee, Inc., em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Segundo Alex Thurber, vice-presidente sênior mundial de Operações de Canais da McAfee, as ameaças à segurança prejudicam consideravelmente a gestão dessas empresas.  O empresário considera o impacto dos malwares prejudicial aos negócios, geradores de pressões competitivas e lenta recuperação econômica.

Thurber também destaca que enquanto ocorre o aumento de ameaças, as empresas estão menos preparadas para combatê-las, criando assim um paradoxo. De acordo com a análise, 83% delas disseram estar preocupadas ou muito preocupadas com a possibilidade de que as atividades sejam alvos de um ataque intencional e mal-intencionado à segurança; 51% foram realmente atacadas; e 16% das empresas atacadas levaram mais de uma semana para se recuperar. A perda de dados foi a principal consequência dos ataques.

O relatório identificou ainda que 30% das empresas de médio porte precisaram lidar com diversos incidentes de segurança de rede, das quais 55% levaram até cinco horas para investigar e corrigir; 58% dos entrevistados dedicavam menos de três horas por semana trabalhando, avaliando e pesquisando a segurança de TI. No ano passado, essa proporção era de 65%.

Em relação aos prejuízos causados pelos ataques, 5% das empresas de médio porte afirmaram ter sofrido uma perda de dados que lhes custou mais de US$ 25 mil. Entre elas, 25% localizadas na China, 14% na França e 11% na Índia. A respeito das perdas de dados e de propriedade intelectual, 47% ocorreram em organizações estabelecidas na região EMEA (Europa, Médio Oriente e África).

Oitenta e oito por cento (88%) das organizações afirmaram estar preocupadas ou muito preocupadas com incidentes de segurança que não sejam mal-intencionados ou que sejam acidentais; 60% admitiram conhecer as exigências legais e de conformidade pertinentes à sua atividade.

Encomendada pela McAfee e realizada pela Bloor Research, a pesquisa entrevistou 1.100 executivos responsáveis pelas áreas de TI, Administração e Governança, Risco e Conformidade. As empresas analisadas têm entre 51 a mil funcionários. Os países participantes foram: Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Japão, México, Holanda, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.


Com informações da Ketchum Estratégia



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